Sobre
Idealizado pela cineasta e fotógrafa Giuliana Orlando, o GPO ATELIÊ surge a partir da vontade de criar um espaço que sirva de receptáculo para suas fotografias e outras obras que trazem originalidade para os ambientes. Utilizando como fonte inspiracional suas viagens e vivências, os quadros são pensados cuidadosamente desde a concepção de cada obra até a sua finalização na escolha das molduras, agregando camadas que tornam o objeto final ainda mais especial.
Mais do que decorativas, as obras são pensadas para causar sensações e habitar ambientes cheios de significado.
OBRAS ÚNICAS
Técnicas
No início de 2025, após voltar de uma viagem de seis meses longe de casa, peguei uma pasta com cianotipias que havia feito antes de viajar. Todas haviam alguma falha, ou não tinha ficado do jeito que eu tinha imaginado, o que me deu a liberdade de criar algo diferente. Decidi rasgar em várias partes o papel, inspirada em técnicas que aprendi durante a viagem, e, com a obra fragmentada na minha frente, comecei a costurar as partes. Assim nasceu a coleção Reparar - um conjunto de obras únicas e irreproduzíveis.
fotografia
Olhar
A fotografia se faz presente na minha vida desde muito cedo. Hoje em dia percebo que cresci registrando o mundo da minha própria maneira, experimentando linguagens e suportes e me maravilhando com um universo de sensações e memórias que só foram possíveis de ser criadas porque eu levava comigo uma câmera.
Em 2025, consegui criar esse site que me proporcionou olhar para as minhas fotografias e ser capaz de dar a elas um destino final na parede de alguém, e essa ideia me fascina sempre.
suportes
Analógico
A fotografia analógica me fascinou desde muito nova e me permitiu experimentar diversas possibilidades, testando câmeras e filmes que mudavam por completo a estética das fotos.
Acredito que foi todo esse processo de mexer com filme, aprender a revelar por conta própria, errar muito e me contentar com os resultados inesperados e praticamente inalteráveis que me fizeram ser uma pessoa mais paciente, a respeitar o tempo natural que as coisas levam para ser criadas e a abraçar, por mais difícil que as vezes seja, as imperfeições.